Todos os dias fazemos questão de acessar a nossa página em algum site de relacionamento, dentre tantos que existem por ai, e ficamos por horas analisando quem esteve, quem postou algo de interessante e quem queremos como supostos "amigos".
Isso já está tão cotidianamente ligado a nossa rotina que tounou-se algo cultural.
Quem consegue viver sem um celular?
Quem consegue ficar um mês sem olhar o seu facebook?
Mesmo que seja involuntário acabamos criando personagens de nós mesmos, pessoas que são frutos da nossa essência, porém com todas as nossas qualidades e subtraidas de todas as nossas fraquezas e defeitos.
Na internet somos sempre felizes, pois estamos sempre sorrindo nas fotos. Lá também somos sempre bonitos e atraentes já que nossas fotos passam por uma seleção minuciosa até que possam ser aprovadas para fazerem parte do perfil.
No msn somos sempre as pessoas mais ocupadas do mundo, pois a bolinha vermelha sempre indica que temos uma agenda lotada e que só paramos para conversar se for de fato um assunto importante.
Mas quem somos de verdade?
Por quê temos tanto medo de mostrar quem somos realmente com todos os nossos traços de humanidade?
Será que seriamos menos interessantes se postassemos uma foto em que não estamos tão apresentáveis, ou quem sabe se mostrássemos um lado de nossa personalidade que não está sempre de bom humor?
Na vida estamos sempre em busca da felicidade prometida, queremos ser sempre o centro das atenções e em hipótese alguma aceitariamos que o mundo não conspire para isso.
O final disso vai ser uma batalha eterna do eu-caleidoscópio (que é o que nós somos de fato, pessoas que mudam a cada dia, que nem sempre estão bem, que riem e choram, que dormem até tarde e ficam com o rosto inchado, que reclamam do salário e batalham por seus sonhos) e o eu-perfeito ( que está sempre conectado as redes sociais, tem um milhão de amigos e tem sempre algo para compartilhar, mesmo que seja um Ctrl-C ,Ctrl-V).
Isso já está tão cotidianamente ligado a nossa rotina que tounou-se algo cultural.
Quem consegue viver sem um celular?
Quem consegue ficar um mês sem olhar o seu facebook?
Mesmo que seja involuntário acabamos criando personagens de nós mesmos, pessoas que são frutos da nossa essência, porém com todas as nossas qualidades e subtraidas de todas as nossas fraquezas e defeitos.
Na internet somos sempre felizes, pois estamos sempre sorrindo nas fotos. Lá também somos sempre bonitos e atraentes já que nossas fotos passam por uma seleção minuciosa até que possam ser aprovadas para fazerem parte do perfil.
No msn somos sempre as pessoas mais ocupadas do mundo, pois a bolinha vermelha sempre indica que temos uma agenda lotada e que só paramos para conversar se for de fato um assunto importante.
Mas quem somos de verdade?
Por quê temos tanto medo de mostrar quem somos realmente com todos os nossos traços de humanidade?
Será que seriamos menos interessantes se postassemos uma foto em que não estamos tão apresentáveis, ou quem sabe se mostrássemos um lado de nossa personalidade que não está sempre de bom humor?
Na vida estamos sempre em busca da felicidade prometida, queremos ser sempre o centro das atenções e em hipótese alguma aceitariamos que o mundo não conspire para isso.
O final disso vai ser uma batalha eterna do eu-caleidoscópio (que é o que nós somos de fato, pessoas que mudam a cada dia, que nem sempre estão bem, que riem e choram, que dormem até tarde e ficam com o rosto inchado, que reclamam do salário e batalham por seus sonhos) e o eu-perfeito ( que está sempre conectado as redes sociais, tem um milhão de amigos e tem sempre algo para compartilhar, mesmo que seja um Ctrl-C ,Ctrl-V).
Não digo com isso que é hora de abolirmos nossos perfis na rede, mas só ressalto que não podemos esquecer quem realmente somos...




