quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Crônias de um Forasteiro : primeiros dias

      Tudo começou quando  entrei no ônibus e depois de 17 horas cheguei aqui.
Tudo é maior, mais longe e novo.
Conhecer pessoas diferentes, em um lugar totalmente desconhecido é como escrever denovo a minha história, poder fazer diferente, traçar um novo perfil.
Saudade, essa não está me vizitando tanto quanto imaginei, ao invez disso estou sendo acompanhado por uma grande vontade de fazer as coisas acontecerem.
As vezes não acredito que fiz isso, deixei pra tráz tudo o que eu tinha, e vim de mala e cuia pra outro estado. Saí pra conhecer as ruas da cidade, então vi o mar. Não fiz cara de espanto ou deslumbramento, foi como se eu revesse um vélho amigo que me era muito querido e nos cumprimentássemos cordialmente.
Aqui a gente se acostuma a ver as pessoas com poucos trages e ter o pé coberto de areia torna-se um hábito, caminho pela beira do mar e penso no que eu tenho pela frente, deixo as águas tocarem meus pés e levarem tudo o que houver em mim de negativo.

É tudo uma descoberta, quando me perco nas ruas é mais um motivo de riso, e me obrigo a perguntar a algum passante onde fica a tal rua que fugiu de mim.
As vezes me pego pensando em casa, nas pessoas que deixei, e na saudade que ficou, mas...
Cada um deve escrever a sua própria história, nem sempre é como todos esperam, mas é a nossa história.

Agora começa a tragetória do forasteiro...