Chega uma hora na vida de todo o ser humano em que ele anseia por novidades...
Pois é, essa hora chegou pra mim com toda a força. Me encontro num momento de transição, minha cidade ja não tem mais graça, os programas já estão cada vez mais repetitivos e até mesmo as baladas ja se tornaram monónotas.
Crise de identidade de alguém que ainda não conseguiu sair da faze da adolescência?
Não, isso chama-se segundo a psicilogia de estar chegando a faze da adultes, quando nossas prioridades se tornam nós mesmos e ja não tememos o desconhecido, o cordão umbilical que nos prende à campanhia dos familiares se rompe e desejamos a distância, não por desamor ou desafeto mas sim por sede de vivenciar outras coisas além do cotidiano de uma vida pacata em um cidade no interior.É quando decidimos sair de casa, nesse momento existem dois tipos de ser humano: os que tem muita corajem e não se planejam totalmente e os que ponderam e são cautelosos.
Para os que são corajosos a liverdade é o bem mais precioso, e já não tem o que impessa de ser fazer a grande jornada. Coisas como passar fome, dormir mal e não ter pra onde ir não são preocupações pra essa pessoa.
O que não torna as coisas mais dificultosas ja que o que não é temido não causará preocupação.
Para o cauteloso, tudo tem que ser planejado, cada detalhe tem seu valor. Pessoas assim não podem em momento algum arriscar-se a tirar os pés do chão, e coisas que para o corajosos não são preocupação para o cauteloso tornam-se detalhes de suma importância. Cada passo tem que ser seguro, do contrário raramente é dado...
Com certeza pra muita gente o cauteloso é mais correto em seu pensar e o corajoso é só mais um inconsequênte, mas tudo é so uma forma de visão.
O importante é a decisão de sair de casa, e assim começar a trilhar seu próprio caminho rompendo com toda a qualquer forma de impotência.
E como eu disse esse momento chegou pra mim, e eu considero-me ser do grupo dos cautelosos, e admiro quem faz parte da tribo dos corajosos.
É importante quando nos damos conta de que as coisas a nossa volta nem sempre mudam pela nossa influência e, nessa hora, a saída pegar a estrada e ver o que há depois das pedras...
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